Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2013

A portentosa Mercedes!

Graças às gravações tenho a alegria de ouver coisas destas: A Divina Mercedes Sosa, acompanhada por Caetano Veloso, Chico Buarque, Gal Costa e Milton Nascimento.


publicado por divagares às 13:14
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Terça-feira, 29 de Janeiro de 2013

Milva, Cramagnole


publicado por divagares às 19:42
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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2013

Georges Brassens, La Légende...


publicado por divagares às 19:42
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Domingo, 27 de Janeiro de 2013

Gilbert Bécaud, Et maintenant

E Agora

E agora o que farei
De todo esse tempo que será minha vida
De todas essas pessoas que me são indiferentes
E agora que você se foi
Todas estas noites, por que ? por quem ?
E essa manha que volta pro nada
Esse coração que bate, para quem, para que
Que bate tão forte, tao forte.

E agora o que farei
Para que nada escorregará minha vida
Você me deixou a terra inteira
Mas a Terra sem você é pequena
Vocês, meus amigos, sejam gentis
Vocês sabem bem que não se pode nada
Até mesmo paris me aborrece
Todas as ruas me matam

E agora o que farei
Eu irei rir para não mais chorar
Eu irei arder nas noites inteiras
Mas na manha eu irei odiar
E depois numa noite em meu espelho
Verei bem la no fim do caminho
Nenhuma flor e nenhum choro
Até o momento do adeus
Não a verdade mais nenhuma a fazer
Não a verdade mais nenhuma

publicado por divagares às 16:43
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Sábado, 26 de Janeiro de 2013

Ana Mouskouri, o tempo das cerejas


publicado por divagares às 19:06
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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013

Léo Ferré, Avec le temps

Com o Passar do Tempo

Com o passar do tempo
Com o passar do tempo tudo vai embora
Esquecemos o rosto e esquecemos a voz
O coração, quando deixa de bater, não vale a pena
Procurar mais longe, é preciso deixar andar, e está muito bem.

Com o passar do tempo,
Com o passar do tempo tudo vai embora,
Aquela que adorávamos, que procurávamos à chuva,
Aquela que para nós era uma deusa, na volta de um olhar,
Entre as palavras, nas entrelinhas e sob a sombra
De um juramento maquilhado que parte para ir dormir
Com o tempo, tudo desaparece.

Com o passar do tempo
Com o passar do tempo tudo vai embora,
Mesmo as recordações mais ternas tornam-se para ti momentos de vitória
Na galeria que eu remexo nos raios da morte
Sábado à noite, quando a ternura parte sozinha.

Com o passar do tempo,
Com o passar do tempo tudo vai embora,
Aquela em que acreditávamos,por um frio,um nada
Aquela a quem dávamos vento e jóias,
Por quem teríamos vendido a alma por cêntimos
Frente a quem nos arrastávamos, como se arrastam os cães
Conforme o tempo passa, tudo fica bem

Com o passar do tempo
Com o passar do tempo tudo vai embora,
Esquecemos as paixões e esquecemos as vozes
Que vos sussurravam palavras de gente pobre,
Não venhas tarde, e sobretudo, não apanhes frio

Com o passar do tempo
Com o passar do tempo tudo vai embora
E sentimo-nos esmagados,qual cavalo exausto,
E sentimo-nos gelados numa cama de acaso
E sentimo-nos sós, talvez, mas, mas confortáveis
E sentimo-nos enganados pelos anos perdidos
Então, realmente ... com o tempo ... deixamos de amar.

publicado por divagares às 18:39
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Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2013

Charles Trénet, Douce France

Vem à memoria
As lembranças familiares
Eu vejo minha blusa preta
De quando era estudante
No caminho da escola
Eu cantava bem alto
Romances sem palavras
Velhas canções de outras épocas

Refrão:
Doce França
Querido país de minha infância
Embalado por uma terna despreocupação
Eu te guardei em meu coração!
Meu vilarejo, o campanário, as casas antigas
Onde as crianças da minha idade
Partilhavam de minha felicidade
Sim, eu te amo
E te dou este poema
Sim, eu te amo
Na alegria ou na dor
Doce França
Querido país de minha infância
Embalado por uma terna despreocupação
Eu te guardei em meu coração!

2
Eu conheci paisagens
E sóis maravilhosos
Durante longas viagens
Tudo lá está embaixo de outros céus
Mas como eu o prefiro
Meu céu azul, meu horizonte
Minha estrada principal e meu rio
Meu prado e minha casa

publicado por divagares às 18:49
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Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2013

Chanson française - eu sou desse tempo!

"Tempos houve em que a Chanson française enchia o nosso expectro radiofónico e a cabeça dos nossos jovens de belas histórias de amor." Assim inicia o texto de apresentação da colecção que o jornal Público vai editar (15 volumes). Eu sou desse tempo! Sou dos jovens que adoravam a bela canção francesa, hoje arredia dos canais radiofónicos e televisivos, tal é a colonização anglo-sansónica!

Quando o cinzento céu, como pesada tampa,
Carrega sobre nós, e nossa alma atormenta,
E a sua fria cor sobre a terra se estampa,
O dia transformado em noite pardacenta;

Quando se muda a terra em húmida enxovia
D'onde a Esperança, qual morcego espavorido,
Foge, roçando ao muro a sua asa sombria,
Com a cabeça a dar no teto apodrecido;

Quando a chuva, caindo a cântaros, parece
D'uma prisão enorme os sinistros varões,
E em nossa mente em febre a aranha fia e tece,
Com paciente labor, fantásticas visões,

- Ouve-se o bimbalhar dos sinos retumbantes,
Lançando para os céus um brado furibundo,
Como os doridos ais de espíritos errantes
Que a chorrar e a carpir se arrastam pelo mundo;

Soturnos funerais deslizam tristemente
Em minh'alma sombria. A sucumbida Esp'rança,
Lamenta-se, chorando; e a Angústia, cruelmente,
Seu negro pavilhão sobre os meus ombros lança!

(tradução de Delfim Guimarães)

publicado por divagares às 15:12
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Sábado, 19 de Janeiro de 2013

Que Viva Hugo Chavez!

Este é um concerto comovente (o seu final com Alma llanera), em honra de Hugo Chavez, realizado em Caracas nestes dias em que o Presidente luta pela vida num hospital de Havana. Orquestra Simon Bolivar, Coro Simon Bolivar dirigidos por Gustavo Dudamel.


publicado por divagares às 16:39
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Domingo, 6 de Janeiro de 2013

Anton Dvorak

Ontem assisti no renovado Fórum Municipal Luísa Todi a um concerto de Ano Novo, com o Coro do TNSC e a Orquestra Sinfónica Portuguesa dirigida pelo jovem maestro Rui Pinheiro. Iniciou com a Ab do Carnaval, de A.Dvorak. Aqui numa gravação da Orquestra Filarmónica Checa dirigida por Karel Ancerl.

 


publicado por divagares às 18:30
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